


Eagle
Lay Out Editor - Aula04
Adicionando Componentes
à Área de Trabalho
Uma vez que as bibliotecas
estão disponíveis, para se inserir um componente utilizamos os
comandos “Edit>> Add”
ou usar o ícone a seguir
aparecerá a tela

Fig16: Adicionando componentes à area de trabalho - biblioteca não
selecionada
Faça a rolagem
da listagem de nomes, selecione e expanda a opção “Discrete”.
Dentro desta biblioteca localize o componente “Diode”.
Observe
que existem 4 tipos de diodos. Selecione (1 clique) o primeiro deles e observe
as características exibidas na parte direita da tela.

Fig17: Selecionando um diodo da biblioteca Discrete
Pode ser vista a
representação do componente (símbolo), sua configuração
física (ilhas, serigrafia) e seu encapsulamento. Este último item
traz a informação D-2,5 cujo significado dos números é
a representação do “passo” entre as ilhas de soldagem e a letra
“D” indica o tipo de encapsulamento (Dual in line, neste caso).
Neste exemplo temos
uma distância de 2,54 mm (1/10 de polegada) entre os centros dos furos
da ilhas.
Selecione o componente
Diode-12,5 e observe que como este componente possuí uma potência
muito maior, a distância entre as ilhas aumenta automaticamente. Também
são corrigidos o tamanho das ilhas e a furação necessária
para o terminal do componente.
Em alguns
componentes encontramos a letra “S”, indicando que a montagem
vertical do mesmo será
considerada, o que pode ser conferido pelo desenho apresentado na tela.
Desça
um pouco mais a lista de componentes e localize o item “Reseu-5”. Observe que
pouco mais abaixo encontra-se o componente “Resus-5”. Ambos são idênticos
na sua configuração física e encapsulamento, porém
a representação do componente (símbolo) é diferenciada
em função dos padrões Europeus e Norte Americanos.
Este mecanismo
de varredura para a localização irá ocorrer de modo semelhante
para todos os componentes do Eagle. Portanto o conhecimento sobre os componentes
e suas normas gerais facilitam a utilização do programa.
Para
que possamos iniciar nosso desenho, vamos verificar os principais recursos da
Barra
de Ferramentas.

Fig18: Barra de ferramentas
Alguns dos recursos
são mais óbvios que outros e não vamos nos deter em explicações
detalhadas, pois além de estarem de acordo com os padrões do Windows,
o próprio nome indica literalmente sua função (Move – mover;
Mirror – espelhar; Group – agrupar; Cut – recortar; Delete – apagar; Copy –
copiar; Rotate – girar; Paste – colar; Pin swap – alternar a pinagem; Gate swap
– alternar portas).
Quanto
aos demais, seguem algumas características específicas:
- Display: permite
selecionar quais os layers (camadas) que estarão visíveis
na tela e, conseqüentemente, quais serão impresso.
- Mark: marca
de referência na área de desenho, usada para definição
de medidas ou deslocamentos
- Name:
permite modificar o nome atribuído ao componente
- Value:
permite modificar o valor do componente
- Add:
permite adicionar os componentes da bilblioteca ao desenho
- Change:
permite alterar os atributos de um objeto
- Smash: usado para posicionamento mais conveniente
do texto dos componentes
- Split:
usado para dividir um fio ou bordas de polígonos em várias
partes
- Invoke: usado para selecionar uma porta específica
de um componente que já está em uso no esquema
- Wire:
usado para gerar as linhas do esquema
- Text:
permite adicionar textos ao esquema
- Bus:
permite desenha barramentos de linhas paralelas
- Net:
permite fazer as conexões elétricas ao Bus
- Junction:
insere os nós elétricos entre duas ou mais linhas
- Labe: permite atribuir um nome ao barramento
(Bus)
- ERC:
executa a verificação “elétrica” do esquema
(Electrical Rules Check)


